God of War Ragnarok é 5 jogo canônico da franquia e o 2 jogo em terras nórdicas. O jogo trás o desfecho de Kratos e Atreus pelas terras de Thor e Odin.
Enredo de God of War Ragnarok
God of War (Gow) Ragnarok se passa logo após GoW 4 onde a Freya está chateada com Kratos pois Atreus matou Baldur e Thor e Odin vem prestar contas com Kratos pela morte do filho da Freya, partindo dai temos o primeiro embate Kratox x Thor e Odin tentando convencer Atreus a se juntar a ele prometendo respostas sobre o passado de Atreus e é ai que o jogo se desenvolve.
Atreus quer se juntar a Odin para obter conhecimento sobre sua história de gigante como Loki e Kratos quer impedir isso a qualquer custo. Quando Baldur morre acontece uma séries de acontecimentos que vão desencadear no Ragnarok, como o Fimbulwinter que são mudanças climáticas severas que acontecem em todos os reinos e Kratos, Atreus e Freya brigam para impedir o Ragnarok e depois para levar esse Ragnarok até Odin.
Gameplay de God of War Ragnarok
GoW Ragnarok trás o maior escopo de gameplay de toda a franquia, GoW 4 já havia inovado adicionando o Machado Leviatã e trazendo uma mecânica exclusiva pra ele. Em Ragnarok as adições são a Lança Draupnir e os Escudos.
Os escudos nos dão a possibilidade de defender, aparar e contra-atacar enquanto a Lança trás mais uma árvore de habilidades exclusiva se juntando as Lâminas do Caos e ao Machado Leviatã.
A mecânica de combate praticamente dobrou de possibilidades entretanto a gameplay exploratória permaneceu a mesma de sempre, Kratos é capaz matar Zeus mas não é capaz de contornar uma árvore.
Em Ragnarok podemos viajar dentre os 9 Reinos nórdicos Álfheim, Asgard, Jotunheim, Midgard, Muspelheim, Nidavellir, Niflheim, Svartalfheim e Vanaheim. Cada reino tem sua peculiaridade e os desenvolvedores tentaram ao máximo diferenciar os reinos nos seus biomas. Cada reino é diferente do outro sim porém as mudanças são bem genéricas dificilmente o jogador vai se “encantar” com a ambientação desbravando reinos diferentes.
Se cada reino tem sua ambientação diferente não se pode dizer o mesmo dos monstros que habitam cada um, muito difícil encontrar monstros que só aparecem em determinada região.
Bosses decepcionantes
Durante a gameplay e ao decorrer da história principal do jogo nos deparamos com vários bosses e mini bosses entretanto, infelizmente, essas batalhas não empolgam, os bosses são extremamente fáceis e as batalhas contra Thor e Odin são fáceis, rápidas e decepcionantes. Parece que as lutas brutais e confrontos memoráveis contra deuses que sempre marcaram God of War ficaram para um segundo plano nesse jogo.
Berserkers e Rainha Valquíria
God of War é um jogo fácil e sem muitos desafios, em GoW 4 adicionaram as Valquírias como grande desafio e poucos derrotaram a Rainha Valquíria devido a dificuldade porém em Ragnarok elas foram substituídas pelos Berserkers, são 14 no total e se você vencer todos te da direito a enfrentar o Rei Berserker, Rei Hrólf Kraki. Os Berserkers são os grandes desafios do jogo mas nem se comparam com as Valquírias do 4.
Fechando a história principal do jogo você pode confrontar a nova Rainha Valquíria, Gná, que também é um bom desafio mas ainda assim mais fácil que a Valquíria passada.
Desafios de Muspelheim e O Crisol
Os desafios de Muspelheim foram outro ponto alto na gameplay de GoW 4, dessa vez eles foram substituídos pelo desafio do Crisol. O Crisol trás uma série de batalhas desafiadoras que testam o gameplay do jogador.
A evolução de Kratos e suas polêmicas
Desde de que pisou em terras nórdicas foi revelado para o jogador que Kratos agora é pai e em GoW 4 ele está aprendendo a lidar com essa paternidade de uma maneira “não Deus da Guerra”. Durante Ragnarok vemos a evolução de Kratos como pessoa abandonando seu estilo durão e abraçando cada vez mais seu lado pai carinhoso.
Vemos Kratos acumulando amigos, dando segundas chances para inimigos e trocando palavras de carinho com seus companheiros, essa mudança de personalidade de Kratos não agradou muita gente, principalmente os fás da franquia desde as eras gregas onde Kratos era uma máquina de matar movido a vingança. O Kratos de Ragnarok até tem momentos “quero vingança” mas sempre com o intuito de ajudar aos amigos.
O que achamos de God of War Ragnarok?
God of War Ragnarok não é sobre lutas e guerra e sim sobre o desenvolvimento dos personagens então as lutas aqui são segundo plano, o foco principal é contar a história de como Kratos e Atreus se desenvolvem como humanos dentro da relação de pai que ta cansado de guerras e um filho mimado. Dava para fazer os dois, desenvolver o personagem e entregar batalhas memoráveis dignas de um God of War, não foi o que aconteceu.
Muitas partes da história principal são chatas e cansativas principalmente quando o jogo te força a jogar com Atreus. Cutscenes infinitas (que não da para pular) separam um fã da franquia da diversão. A diversão aqui passa longe da história e é focada na exploração dos reinos e em completar desafios.
GoW Ragnarok é de longe o mais diverso entre todos os anteriores e termos de variedades. São 3 armas diferentes, escudos, 9 reinos para explorar e diversas missões secundárias para fazer. Combinar movimentos de ataques com ataques rúnicos enquanto busca pelo 100% vai entreter o jogador por um bom tempo.
NOTA: 7/10
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